Por Elisabeth Mota
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Cada jornalista tem seu ponto de vista a respeito de como proceder perante a busca e a divulgação da notícia, eles desenvolvem um método próprio e com o passar do tempo adaptam-se à novas formas com a finalidade de sanar os perigos e dificuldades que existem quando vão produzir uma reportagem investigativa.
O termo reportagem investigativa é redundante, haja vista que ao escrever uma notícia ela já deva estar comprovada, ter sido pesquisada e ter passado por questionamentos, enfim não abrir margem para contradições que possibilitem seu descarte e possíveis retaliações. Fazer uma reportagem requer do jornalista tempo, cultura, paciência e muita persistência, mas apenas essa características não bastam. Sabemos que o jornalista tem o importante papel de informar a população e para desenvolver seu trabalho ele pode correr perigos quando, por muitas vezes, toma a função de terceiros em nome do interesse público, muitas vezes abdica da companhia familiar, doa seu tempo em prol da coletividade. Além de correr riscos ao se envolver em assuntos confidenciais existem obstáculos a serem vencidos para a veiculação da informação correta.
Junto aos perigos e dificuldades citados acima, há inclusive, questões a serem explicadas com base no procedimento ético do jornalista, a influência da modernidade em relação à obtenção de matérias e o quanto a opinião deste pode ser introduzida na notícia são questionamentos individuais de cada jornalista. Questões como até que ponto a ética é respeitada frente à necessidade de informar à população? Ou qual a opinião do jornalista e do leitor a respeito do uso de meios ilícitos para a obtenção de matérias? Queremos saber, também, quais os direitos que são violados dos investigados de uma matéria, e a importância dos valores pessoais diante de uma grande notícia. Estas e outras questões serão base de nosso projeto.
Com base nesses conhecimentos e nessas informações entramos em contato com o jornalista investigativo do Correio Braziliense Lúcio Vaz, que denunciou o esquema das “Sangue-Sugas”.
Assistam à entrevista com Lúcio Vaz do Correio Braziliense.
Trabalho feito em grupo. Veja os integrantes nas considerações finais do video.
O termo reportagem investigativa é redundante, haja vista que ao escrever uma notícia ela já deva estar comprovada, ter sido pesquisada e ter passado por questionamentos, enfim não abrir margem para contradições que possibilitem seu descarte e possíveis retaliações. Fazer uma reportagem requer do jornalista tempo, cultura, paciência e muita persistência, mas apenas essa características não bastam. Sabemos que o jornalista tem o importante papel de informar a população e para desenvolver seu trabalho ele pode correr perigos quando, por muitas vezes, toma a função de terceiros em nome do interesse público, muitas vezes abdica da companhia familiar, doa seu tempo em prol da coletividade. Além de correr riscos ao se envolver em assuntos confidenciais existem obstáculos a serem vencidos para a veiculação da informação correta.
Junto aos perigos e dificuldades citados acima, há inclusive, questões a serem explicadas com base no procedimento ético do jornalista, a influência da modernidade em relação à obtenção de matérias e o quanto a opinião deste pode ser introduzida na notícia são questionamentos individuais de cada jornalista. Questões como até que ponto a ética é respeitada frente à necessidade de informar à população? Ou qual a opinião do jornalista e do leitor a respeito do uso de meios ilícitos para a obtenção de matérias? Queremos saber, também, quais os direitos que são violados dos investigados de uma matéria, e a importância dos valores pessoais diante de uma grande notícia. Estas e outras questões serão base de nosso projeto.
Com base nesses conhecimentos e nessas informações entramos em contato com o jornalista investigativo do Correio Braziliense Lúcio Vaz, que denunciou o esquema das “Sangue-Sugas”.
Assistam à entrevista com Lúcio Vaz do Correio Braziliense.
Trabalho feito em grupo. Veja os integrantes nas considerações finais do video.
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